Participe pela internet da mobilização em defesa do serviço público e do auxílio emergencial nesta quinta-feira (10/12) e sexta-feira (11/12)

Sindicatos e entidades que defendem o serviço público e as empresas estatais farão mobilizações nacionais, principalmente pela internet, nesta quinta-feira (10/12) e sexta-feira (11/12). Participe compartilhando entre seus contatos mensagens pela manutenção do auxílio emergencial de R$ 600 e contra a reforma Administrativa. Procure no seu navegador de internet páginas de sindicatos e entidades de defesa dos trabalhadores e distribua suas publicações e conteúdo.

Duas publicações serão lançadas para reforçar a importância das empresas e serviços públicos para a sociedade. Já é possível acessar a íntegra das obras nos sites do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas (www.comiteempresaspublicas.com.br) e no da representante dos empregados da Caixa no Conselho de Administração, Rita Serrano – www.ritaserrano.com.br

As pautas de mobilização desses dois dias são lutas que devem ser abraçadas por toda a sociedade que corre o risco de perder serviços essenciais em áreas importantes como saúde e educação,

A principal frente de ataque é justamente a reforma Administrativa proposta pelo Ministério da Economia. De acordo com especialistas, a reforma nada mais é do que um conjunto de medidas que tira do Estado qualquer responsabilidade social a partir de terceirização de atividades e fim de investimentos.

 

Auxílio emergencial

 

Os trabalhadores públicos também entendem que neste momento, com a gravidade da crise econômica e o aumento do desemprego, consequências da falta de políticas de enfrentamento à pandemia de Covid-19 pelo governo federal, o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600,00, conquistado pelas centrais sindicais e partidos de oposição em abril desde ano, é ao menos um paliativo que minimiza a situação de precarização das pessoas.

Se o auxílio não continuar em 2021, as centrais sindicais alertam que a situação do país se agravará ainda mais do ponto de vista social, com mais fome, miséria e violência. (Com agências)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *