Governo e servidores conversam em torno de reajuste salarial de 9% com aumento de R$ 200 no auxílio-alimentação

O governo federal deve encaminhar oficialmente às entidades representantes dos servidores públicos federais nesta segunda-feira (13/3) a proposta de reajuste salarial emergencial de 9% mais aumento de R$ 200 no auxílio-alimentação, a partir de 1º de maio. As bases da proposta foram construídas na terceira rodada da Mesa Nacional de Negociação Permanente entre governo e representantes dos servidores públicos realizada na sexta-feira (10/3).

Após formalizada, imediatamente a proposta será remetida às entidades filiadas à Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef/Fenadsef), que representa 80% do total de servidores do Executivo Federal, entre ativos aposentados e pensionistas. Em assembleias em seus sindicatos os servidores então decidirão se aceitam ou não a proposta.

Segundo o governo, o teto do aumento era de 9%, levando em consideração os R$ 11,6 bilhões já previstos no Orçamento deste ano para reajuste salarial de funcionários do Executivo. A proposta não terá impacto orçamentário, mas há sinalização de que será necessário encaminhar Projetos de Lei ao Congresso Nacional para assegurar o reajuste emergencial.

Os servidores estão com os salários congelados desde 2016 e as perdas acumuladas pela inflação já acumulam 35%. (Com agências)

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